O silêncio pesou sobre a sala do antigo arquivo, ninguém desviava os olhos de Marcelo, a única coisa que se ouvia era o gotejar constante da água que escorria pelo teto do sanatório.
— Convença-me a não apertar o gatilho. — disse Henrique, com a arma ainda apontada.
Marcelo sustentou seu olhar, não havia desafio, apenas cansaço.
— Porque, se eu morrer agora, vocês nunca vão encontrar o verdadeiro líder.
— Então fale. — Gustavo deu um passo à frente.
— Não aqui. — Marcelo balançou a cabeça — Há