O silêncio tomou conta do quarto.
Gustavo apertou a mão de Maytê com força, enquanto Henrique fazia um sinal para que os dois permanecessem atrás dele.
Os passos voltaram a ecoar pelo corredor, lentos, cuidadosos. Como se a pessoa do outro lado também tentasse descobrir quem estava dentro da casa.
Gustavo olhou rapidamente ao redor, não havia outra saída. O quarto tinha apenas uma porta e uma pequena janela de madeira, emperrada pelo tempo.
Os três prenderam a respiração, a maçaneta girou lentam