O selo queimava.
Kieron sentia a marca em espiral como uma brasa viva em sua palma. Não era apenas um símbolo: era uma bússola, uma prisão e uma chave, tudo ao mesmo tempo. Desde que deixara o subterrâneo da biblioteca em Vallgard, o mundo parecia menos fixo — como se as bordas da realidade estivessem se desfazendo ao seu redor.
Lia e Ezra o observavam com atenção silenciosa. Nenhum deles ousava falar sobre o que viram. O homem que emergiu daquela torre não era o mesmo que desceu. Algo antigo h