Gustavo Henri.
Minha garganta estava completamente seca. Eu caminhava rapidamente pelo corredor do hospital como se ansiasse verdadeiramente rever minha esposa. Não havia um dia sequer, desde o acidente, que eu não desejasse que a Bruna acordasse daquele maldito coma.
Lembrei-me então da noite que tive com a Kara e o meu coração pulou mil batidas. Finalmente, eu me veria livre daquele problema. Me divorciaria da Bruna e poderia dizer ao mundo o quanto eu amava a Kara.
Mas as coisas não saí