EDILENA NARRANDO:
Guero já havia bebido tequila demais.
Ele oscilava entre me puxar para sentar no colo dele, me abraçar de pé ou simplesmente manter a mão em meu ombro, como se precisasse de um apoio. Eu já estava cansada daquela noite.
Igor estava visivelmente alterado, com o rosto avermelhado e rindo mais do que o normal, mas ainda assim mantinha um ar sério. Pelo menos, mais sóbrio que Guero.
Depois de um show de dança no palco e a apresentação de um artista de reggaeton, cantaram parabén