Alec Gordoma
Era surreal.
Simplesmente surreal.
Se alguém me dissesse, há poucos meses atrás, que eu — Alec Gordoma — estaria andando pela casa com um sorriso idiota no rosto, coração acelerado e pensamentos completamente dominados por uma mulher… eu teria rido.
Ou pior.
Ignorado.
Porque aquilo não combinava comigo.
Nunca combinou.
Eu sempre fui o cara do controle. Do cálculo. Do “não se envolva mais do que o necessário”.
Mas agora…
Agora eu estava completamente, absurdamente, perigosamente apa