Alec Gordoma
Eu juro… se aquilo tivesse acontecido em um lugar mais reservado, eu não responderia por mim.
A imagem daquele cara segurando o braço dela ainda estava viva na minha cabeça.
Grudada.
Latejando.
Minha mandíbula ainda estava travada de tanta raiva contida.
Assediador de merda.
Covarde.
Mas não… não ia ficar assim.
Eu podia até ter saído dali sem quebrar a cara dele, mas aquilo não significava que eu tinha deixado pra lá.
Muito pelo contrário.
Eu só estava… esperando o momento certo.