01h37 da manhĂŁ.
A sede da HEM dormia.
Ou fingia dormir.
Clara cruzava os corredores internos com passos leves. Sabia onde as cĂąmeras estavam. Sabia os pontos cegos. Sabia demais â e isso, agora, era um problema.
A Mamba a observava hĂĄ trĂȘs dias.
Sem ser vista. Sem interferir. Apenas recolhendo.
Hoje, Clara carregava algo no bolso. Um pen drive? Um bilhete? NĂŁo dava para saber ainda. Mas a Mamba nĂŁo precisava de certezas para agir. Ela