O bunker nunca pareceu tĂŁo pequeno.
O sĂmbolo ainda estava na parede do quarto.
O olho.
Perfeito.
Calmo.
Observando.
Melina desceu as escadas como se estivesse carregando um cadáver invisĂvel.
Clara a seguia.
Kauan, mancando, atrás.
A Mamba estava no telefone, mobilizando gente, rastreando câmeras, acionando contatos.
Mas o centro da sala… era Melina.
E ela estava em silĂŞncio.
SilĂŞncio perigoso.
Clara foi a primeira a falar.
— Quem é ele?
Melina nĂŁo respondeu.
El