Mundo ficciónIniciar sesiónDonatello Puzzo sabia que as coisas estavam mudando. Boatos circulavam e ele precisava deixar seu legado, para isso, ele precisava se casar e ter um herdeiro legítimo, que manteria o nome da família Puzzo. Pensando que eliminaria dois problemas, ele propõe um casamento com a filha de George LeBlanc e coloca uma imposição que ele não poderia cumprir: a garota precisava ser virgem. Pensando que conseguiria enganar o homem mais poderoso da Itália, LeBlanc, manda sua sobrinha Flora Callegari no lugar da filha. Ele então descobre, que Flora era a chave para revelar um mistério do passado. A única sobrevivente de um atentado que matou a mãe de Donatello, anos atrás, quando ainda era uma criança. Flora é o caminho para a verdade. Donatello é quem se encarrega de protegê-la. Ambos terão que desvendar as mentiras do passado, enquanto lidam com as ameaças do presente, isso se ambos não estiverem conectados.
Leer másPouco mais de dois anos se passaram, Isabella comemorou os dois aniversários do filho com os amigos que fez na cidade, sem notícias do que aconteceu, ela não tinha certeza se podia entrar em contato com a avó. Durante meses, ela acordava e ia até a porta esperando que Donatello fosse aparecer, mas ele nunca estava lá. Até que um dia, ela cansou de esperar, precisava aceitar que as coisas poderiam ter dado errado e apenas ele sabia onde ela estava. Era difícil e ela passou muitas noites chorando e desejando ter o poder de voltrar atrás. A vida no campo era tranquila, ela continuou cuidando da horta e tirava dali o seu sustento, planejava guardar o dinheiro que Donatello deixou para a faculdade do filho. O menino se mostrava inteligente, era curioso e simpático com todos, adorava brincar com seus carrinhos e usar os pés de repolho como bola, mesmo que Isa tenha comprado várias bolas coloridas. Os vizinhos adoravam os dois e sempre os chamava para jantar em datas especiais. Isabella ta
Donatello não queria retornar, mas precisava terminar o que começou, ou seria conhecido como o don fugitivo e definitivamente ele não queria isso. Além disso, não conseguiria viver em paz sabendo que quem tentou matá-lo está vivo e poderia encontrá-lo a qualquer momento.Mesmo após horas de viagem, ele foi direto para o ponto de encontro num dos seus galpões com estoque de armas e carros. Quando chegou, todos já estavam lá, incluindo Enzo que não tinha sido convidado, ele tentou ignorar, mas não conseguiu disfarçar sua cara de insatisfação.— Don... — Roman chamou. — Ele me procurou e disse que você pediu para ele falar comigo, eu desconfiei, mas ele também é um capo então pensei que...— Pensou errado Roman, só espero que dê tudo certo. — ele desviou do capo e seguiu para a mesa improvisada no centro do galpão. — Boa tarde, senhores.— Boa tarde, Don. — responderam e um a um se levantou para cumprimenta-lo com um aperto de mãos.— Bom eu vou direto ao assunto, meu pai está vivo e é e
Eles chegaram à capital por volta das 11 horas da manhã, os homens que os ajudaram foram para casa, mas o casal e Diego passaram num hospital onde foi feito alguns exames em Donatello, precisaram enfaixar seu pulso devido um deslocamento, mas foi rápido e finalmente foram para a casa da avó de Isabella. Leo estava lá e todos concordaram que era mais seguro que voltar para a mansão.Porém, precisavam pegar algumas roupas e verificar se as coisas estavam em ordem. Roman ficou responsável por isso e de fato tudo estava limpo e os corpos dos homens de Catarina já não estavam mais lá. Donatello caminhava com dificuldade, mas acompanhou os dois e ouviu Isabella contar o que aconteceu.Quando chegaram na casa da avó, a primeira coisa que fizeram foi abraçar o filho, que apenas sorria alheio a tudo que tinha acontecido. Marietta abraçou a neta, esteve muito preocupada, sabia que para Isabella mandar o filho para lá, algo grave tinha acontecido e ao ver como Donatello estava, ela entendeu do q
A equipe de Isabella partiu de helicóptero para uma cidade costeira ao norte. Chegaram a noite no ponto marcado para pegar o barco. Ela estava desde cedo sem comer e começava a se sentir fraca, como se adivinhasse, Diego lhe entregou uma barra de cereais enquanto caminhavam em direção ao barco.— Eu sempre soube dos riscos e que o que fazemos é errado e perigoso, as vezes me pergunto porque aceitei participar disso e o que me vem à memória é você fazendo o possível para atingir seus objetivos. Como consegue ignorar toda parte ruim? — Diego perguntou.— É bem simples, nunca ninguém se importou comigo e agora eu sou egoísta, só me importo comigo mesma e com o que eu quero. Talvez eu esteja errada em ser assim, mas eu não ligo. É o sentimento que teve ao decidir salvar sua família, sujou suas mãos por algo importante para você.— Isso não foi egoísmo.— Foi sim, a responsabilidade era do seu pai, mas você queria ser o herói. Você tinha bons motivos, mas não pode negar que o ego falou mai





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