Depois que Michael e dona Margareth saíram, fiquei sozinha com Clara pela primeira vez desde que havia chegado de Amsterdã.
O quarto mergulhou em um silêncio estranho. Um silêncio pesado, sufocante, que parecia ocupar cada canto daquele lugar. Mantive os olhos fixos na porta, como se ainda esperasse Andrew entrar por ela a qualquer instante, sorrindo daquele jeito que sempre me fazia sentir segura, e dizer que tudo aquilo não passava de um terrível engano.
Mas ele não entrou.
E, no fundo, eu sa