Quando meus olhos se abriram novamente, o teto de madeira da cabana e as luzes amareladas do hospital islandês haviam desaparecido.
No lugar deles, havia o brilho intenso e cirúrgico dos modernos painéis de LED.
O som ao meu redor também era outro. Já não era o vento cortando as montanhas nem o estalar da lenha queimando na lareira. Agora eu ouvia o bipe constante e acelerado dos monitores cardíacos, o ruído dos respiradores e o movimento coordenado de uma equipe acostumada a lidar com situaçõe