Enquanto eu dirigia, encostei meu braço na janela do carro, deixando a brisa tocar meu rosto. Desirée, ao meu lado, falava de Íris com uma doçura que preenchia cada canto do veículo. Sua voz era leve, e cada palavra parecia iluminar um pedaço do meu coração.
— Você acredita que ela já fala "mamãe" e "papai"? — perguntou, rindo com o brilho nos olhos.
— Papai. — Repeti a palavra, um sorriso espontâneo surgindo em meu rosto. Só de ouvir isso, meu peito parecia prestes a explodir.
Desirée soltou u