Capítulo 130
“Para salvar quem se ama, às vezes é preciso dançar com o próprio inferno.”
Já do lado de fora da mansão, Rafael desceu os degraus com a mão no bolso, discretamente acionando o GPS em tempo real. O sinal estava fixo.
A localização da casa, da mulher e do bebê estava marcada.
Um dos seguranças se aproximou, como antes.
— O protocolo, senhor.
— Manda ver — respondeu Rafael, com frieza.
Um pano preto foi colocado sobre sua cabeça, abafando a luz, a cor, e por instantes, a dignidade.