Capítulo 159
Quando o corpo se ajoelha onde a alma já pertence
Cassian ainda estava dentro dela, o corpo suado, os olhos selvagens.
Naia arfava com a boca entreaberta, as mãos ainda presas à cabeceira, a venda nos olhos recém-solta, os cabelos grudados no rosto, o peito subindo e descendo num ritmo descompassado.
Ele a olhou com aquele sorriso de lobo faminto.
— Me fala uma coisa... — sussurrou com a voz grave, arranhada pelo prazer — quantas você precisa pra dormir gostoso?
Naia sorriu, mesm