Capítulo 158
Quando a felicidade dança sobre as cicatrizes
O salão iluminado girava devagar.
Naia em seus braços, os olhos brilhando sob o véu de luzes douradas.
Cassian conduzia com firmeza e ternura, como se a dança fosse uma extensão da vida que agora, enfim, pertenciam um ao outro.
A orquestra tocava uma melodia suave, e os dois se moviam em perfeita harmonia. Os olhares se encontravam. Os corpos se reconheciam. O silêncio entre uma nota e outra carregava anos de história.
— Sabe, vida...