O casal correu para o hospital e perguntou na recepção o número do quarto de Killian.
Antes de entrar na enfermaria, Isabela segurou o braço de Maison, a voz carregada de preocupação:
— Será que Killian não vai querer a gente aqui?
Maison só se importava com o que ela sentia. Se não a deixasse ao menos dar uma olhada no filho, ela ficaria chateada por dias.
— Não — somos os pais dele. É nossa obrigação estar aqui.
Isso mesmo.
Isabela já havia decidido.
Os dois empurraram a porta e encontraram K