Felizmente, o corredor estava quase vazio — do contrário, Isabela teria ficado vermelha demais para continuar de pé.
"Desculpe o susto." Ela olhou para um banco próximo. "Você está livre agora? A tia queria bater um papo."
Como Samia poderia recusar? O cheque ainda estava úmido de suor na palma da sua mão.
"Claro."
"Senta aqui." Isabela percebeu o desconforto dela e se aproximou, parando bem à sua frente. Sua postura era leve, o tom de voz caloroso. "Você..."
Samia sentou, empurrou o cheque de