Mundo ficciónIniciar sesiónO medalhão ainda estava em minhas mãos quando a manhã começou a dissolver os últimos traços da noite. A luz alaranjada invadia os corredores da mansão com uma delicadeza que parecia zombar da tensão que habitava nossos corpos. Aquele objeto, que um dia repousara sobre o colo da minha mãe, agora surgia pendurado no portão como um aviso. Uma convocação.
Não era apenas um colar. Era uma chave.Vittorio analisava a peça com a mesma expressão que vi quando, pela primeira vez, ele





