A van da rodoviária saía às seis e quarenta da manhã.
Érica havia comprado a passagem na quinta à noite depois que Henrique havia saído, depois que a porta azul havia fechado e os passos na escada de ferro haviam sumido e o apartamento havia ficado com o silêncio específico de espaço que acabou de perder presença.
Havia comprado a passagem, havia feito a mala, havia ficado olhando para a mala feita por um tempo antes de ir dormir.
Dormiu mal.
Não a insônia de pensamento em espiral era o sono ra