O cofre ficava no subsolo blindado de um banco privado, em uma ala que poucos sabiam existir. Alexander digitou a sequência de segurança enquanto Charlotte vigiava o corredor. Leonard segurava firme a pasta com os documentos, como se ela fosse a própria redenção.
Lá dentro, guardaram o material. Digitalizaram tudo. Fizeram cópias criptografadas em múltiplos servidores anônimos. Não havia mais como apagar o que sabiam.
— Agora é hora de ir até ele — Charlotte disse, a voz cortante. — Ele merece