Alina Montserrat
O desgraçado continuava a esmagar meu maxilar, os dedos cravando na minha pele com força uma bruta terrível. Senti o rosto latejar devido aos tapas e o sabor metálico do sangue inundar minha boca. Sem qualquer pingo de delicadeza, ele forçou minha cabeça na direção de Ivan. Só então notei o aparelho celular apontado para mim.
Ivan estava registrando tudo.
— Diz "xis", Barbie.
O deboche na voz dele me fez cerrar a mandíbula.
— Maldito... — sibilei.
Um novo golpe atingiu minha bo