Dominic Bellandi
A maldita fotografia da minha ruiva havia se tornado minha única realidade, queimando atrás das minhas pálpebras.
Toda vez que fechava os olhos enxergava Vukasin segurando o rosto dela, aqueles dedos imundos marcando a pele que eu conhecia de cor. A vontade de atravessar o oceano nadando era maior que qualquer resquício de racionalidade.
Augusto estava tão devastado quanto eu. Atlas também. Embora eu ainda quisesse esmagar a face daquele filho da puta, era impossível ignorar a