O sábado amanheceu lento, como se o tempo tivesse decidido caminhar com cuidado.
Maya acordou com o som distante de Enzo rindo no corredor, alguma brincadeira inventada antes mesmo do café da manhã. Espreguiçou-se na cama sem pressa, ouvindo a casa despertar aos poucos. Não havia sobressaltos. Não havia aquele impulso automático de calcular saídas, horários, rotas.
Ela apenas levantou.
Na cozinha, Enzo tentava alcançar um copo no armário mais baixo, esticando-se todo, concentrado demais para pe