O domingo chegou sem alarde.
Maya percebeu ao abrir os olhos e notar que não havia barulho algum vindo da casa. Nenhuma porta batendo, nenhum telefone vibrando, nenhuma voz atravessando o corredor. Apenas o som distante da cidade acordando devagar, como se também tivesse decidido não apressar nada naquele dia.
Ela ficou alguns minutos deitada, respirando fundo, permitindo-se existir sem urgência.
Quando se levantou, encontrou Enzo sentado no tapete da sala, espalhando peças de um quebra-cabeça