Ninguém se moveu por um segundo.
O som que veio do outro lado da porta foi pequeno.
Mas suficiente.
Helena sentiu o coração acelerar imediatamente.
Porque aquele não era o tipo de barulho que um prédio vazio fazia sozinho.
Alguém estava lá.
A mão dela permaneceu na maçaneta.
Fria.
Imóvel.
Enquanto o silêncio tomava conta do corredor estreito.
Atrás deles, o bartender continuava parado.
Tenso demais para alguém que supostamente não sabia de nada.
Helena percebeu.
E aquilo só confirmou suas suspe