Isabella nunca acreditou em coincidências.
Muito menos em segundas chances.
Pra ela, tudo tinha motivo.
Tudo tinha intenção.
E quando não tinha…
Ela criava.
Por isso, quando viu Helena saindo do hospital…
Ela não reagiu.
Não chamou.
Não se mostrou.
Só observou.
Em silêncio.
Do outro lado da rua.
Dentro do carro.
Protegida.
Escondida.
Mas completamente atenta.
Os olhos fixos.
Sem piscar.
Helena parecia… diferente.
Menor.
Mais frágil.
Mais perdida.
E aquilo…
Aquilo era perfeito.
Um leve sorriso s