O som na porta não foi alto.
Mas foi suficiente.
Helena abriu os olhos na mesma hora, o corpo ainda preso naquela mistura de presente e memória que não se separava mais direito.
O ar estava pesado.
Denso.
Como se o espaço inteiro soubesse que algo estava prestes a acontecer.
Ela não se moveu de imediato.
O coração batendo forte, descompassado, enquanto aquele nome — ainda sem forma completa — insistia em existir dentro dela.
Não claro.
Mas perto demais.
— Não…
A palavra saiu em um sopro.
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