Eu não consigo dizer nada quando ele adentra o box. Antes que eu reaja, seus lábios encontram os meus com urgência. Ele me empurra contra a parede fria, o contraste me arranca um suspiro, e então me vira de costas, o corpo dele tão próximo que me faz perder a noção do espaço.
— Você é tão gostosa, senhorita Emma — ele sussurra no meu ouvido, a voz baixa, carregada de intenção.
Fecho os olhos sem perceber, o arrepio percorre minha espinha inteira. Meu coração dispara, não apenas pelo toque, mas pelo que aquilo significa.
Minhas mãos procuram apoio na parede, os pensamentos se embaralham enquanto tento lembrar quem eu sou… e quem eu deveria ser naquele momento.
— Isso é errado… — murmuro, mais para mim do que para ele.
Eu deveria afastá-lo, mas meu corpo implora pelo seu toque mais uma vez. É como se ele estivesse lendo meus pensamentos, porque logo me toca.
Seu toque aquece meu corpo; ele segura um dos meus seios enquanto a outra mão alcança meu sexo. Só de sentir seus dedos, um