Isadora encarava o espelho do banheiro de seu apartamento, a escova de dentes esquecida na pia. O enjoo daquela manhã tinha sido tão forte que precisou correr para não desmaiar.
“Não. Não pode ser isso.”
Fechou os olhos com força, balançando a cabeça. Era só estresse. Horas de trabalho excessivo, noites mal dormidas, refeições puladas. Tinha certeza de que o corpo estava apenas reagindo ao novo ritmo.
Ou pelo menos queria acreditar nisso.
— Isa? — a voz de Sofia, uma das suas amigas de apartame