Daniel
Eu vivo num turbilhão, onde a tristeza é uma constante e a solidão me abraça como se fosse um velho amigo. Sinto um peso tão grande no peito que parece me consumir por dentro. Não sei mais como explicar o vazio que me corrói, essa falta de sentido que eu sempre tentei preencher com tudo, menos com amor. Mas, paradoxalmente, a felicidade que tanto procurei parece estar justamente naquilo que ela me oferece. E ainda assim, é estranho... ao mesmo tempo que a desejo, tenho vontade de afastá-l