Eu caminho hesitante e me agacho. Meus dedos encontram suas mãos ensanguentadas, frias, quase desfalecidas. Ela não levanta os olhos para mim, mas as lágrimas caem sem freio pelo rosto abatido. Quando eu tento segurar suas mãos, ela as retira, como se meu toque fosse peso demais para suportar.
Daniel entra apressado, um copo de água com açúcar nas mãos. Ele o entrega à mulher, que o segura com dedos trêmulos antes de beber pequenos goles. Então, a tensão no ar se intensifica. Uma garota entra na