A noite cai, mas o sono não chega. Estou deitado na cama, fitando o teto, com a mente a mil por hora. As luzes da rua entram pelas frestas da janela, dançando nas sombras do quarto. Tento apagar os pensamentos, mas é impossível. O convite da máfia ecoa em minha cabeça, reverberando como um sino que nunca cessa.
Meu salário é ridículo. Mal cobre as contas básicas. Os ganhos com as lutas só ajudam a pagar o aluguel e garantir que eu não passe fome, mas nunca são suficientes para algo mais. Nada d