Narrado por Anya Petrova
A sala de jantar estava iluminada por candelabros altos, e a mesa já estava posta com perfeição por Irina: toalha clara, pratos alinhados, taças de cristal que refletiam a luz suave. Mas, naquele instante, nada disso importava.
O que importava era eu, Darya e Polina rindo como adolescentes, esquecendo por alguns minutos que estávamos dentro da mansão do Don da máfia russa.
Polina: — Você precisava ver sua cara contando que cozinhou pra ele!
Darya: — Juro, parecia até do