O Nome do Nosso Pequeno Guerreiro.
Narrado por Catarina
Eu nunca pensei que fosse sentir isso.
Esse frio na barriga, esse medo doce, esse sorriso bobo no canto da boca só de imaginar um rostinho que eu ainda nem vi.
Mas ali estava eu, sentada na sala branca da clínica, com a mão de Mikhail apertando a minha como se o mundo inteiro dependesse daquele momento.
E talvez dependesse mesmo.
A médica entrou com um sorriso gentil, segurando a prancheta.
Eu já tinha vontade de chorar antes mesmo dela abrir a boca — culpa dos hormônios, e