A mansão dos Smirnova em Roma estava em silêncio. Um silêncio denso, pesado, daqueles que antecedem tempestade.
Catarina caminhava de um lado para o outro na sala, as mãos trêmulas, o olhar perdido. Desde que o pai voltara do encontro com Don Marcello, ela sentia que algo estava prestes a explodir.
Quando Yakov entrou, o som da porta batendo fez o corpo dela estremecer.
Ele caminhou até o centro da sala com passos firmes, o rosto endurecido e os olhos incendiados de ódio.
Yakov: — COMO ELE SOUB