Eu já estava na metade da segunda xícara de café quando concluí que ficar sem fazer absolutamente nada talvez fosse uma forma de tortura.
A mesa do café da manhã era maior do que a sala inteira do apartamento onde eu morava no Brasil. Havia frutas, pães, bolos, sucos e mais comida do que uma pessoa conseguiria consumir em uma semana. O problema era que eu já tinha terminado de comer fazia quase vinte minutos.
E agora estava entediada.
Observei duas funcionárias recolhendo alguns pratos próximos