Como se sentisse seu corpo em chamas, ele se contorcia, se debatia e gritava daquele jeito aterrador. Seus olhos fechados evidenciavam que estava dormindo, em meio a um pesadelo que parecia consumi-lo dolorosamente.
Desesperada em vê-lo naquele estado, corri para perto da cama, segurei dos dois lados dos seus ombros e o sacudi, chamando seu nome, tentando acordá-lo, mas sem conseguir. Insisti, sacudindo-o mais forte, chamando seu nome mais alto, até que, de repente, ele abriu os olhos, fuziland