Delancy
— Então liga pra ele e diz que precisa autorizar — pedi.
— Não posso fazer isso também. Mas você pode ligar. Se ele autorizar, você sai.
Com meu sangue fervendo de ódio, saquei meu celular da bolsa, mas logo me dei conta de que não tinha o número do maldito. Pedi ao segurança, mas ele se recusou a me fornecer. No entanto, o outro homem que estava mais adiante parecia mais humano e me ditou os números.
— Obrigada — agradeci e fiz a ligação, tensa, sobressaltada. — Que história é essa de