Não era Ayman. Era meu ex-chefe.
CAMILA
Enxuguei as lágrimas com as costas da mão. O sol já estava indo embora, e o céu ficava cada vez mais cinzento. O vento anunciava chuva.
Até agora, nenhum trabalho. Nenhuma chance.
As rosas que eu vendia aos casais no restaurante mal pagavam o aluguel. O dinheiro que tinha recebido duraria só até o fim do mês, e mesmo assim, apertado.
Virei-me na toalha e sentei. Meus olhos varreram a praia sem intenção… até que focaram em um homem parado ao longe, com os sapatos nas mãos.
Allah!
Meu co