Abaixei a cabeça, incapaz de sustentar o olhar dele. Peguei Vitor nos braços, abraçando-o com força. Um alívio amargo me percorreu — pelo menos meu filho teria o pai por perto. Mas no fundo, a dúvida latejava:
Ele realmente me levaria para Londres? Me manteria ao lado apenas por dever? Ou me perdoaria um dia?
— Você registrou meu filho? — perguntou Zahir, quebrando o silêncio.
Baixei os olhos, envergonhada.
— Ainda não... Eu o tive com parteiras, na casa de minha tia. Não consegui registrá-lo.