Meu olhar caiu sobre a aliança em meu dedo — ouro branco maciço, com inscrições em árabe que uniam o nome dele e o meu. O brilho frio do metal parecia zombar de mim, lembrando-me que, de algum modo, eu ainda pertencia a Zahir.
Senti os olhos arderem. Pisquei várias vezes para conter as lágrimas, mas as lembranças vieram com força: a noite em que decidi ir embora.
Depois da conversa com Bashir e Zaida, saí da biblioteca com o coração em frangalhos e entrei no quarto. Zahir dormia profundamente.