Acordei com o sol batendo na cara, o corpo moído mas feliz pra caralho. A lembrança dela me invade — suor, champanhe, sexo e aquele perfume doce que a Daiane usa. Meu pau deu um pulo só de lembrar do dia no motel, sim dia, porque eu comi ela a noite toda e o dia seguinte também. Caralho, a mina me destruiu naquele dia. Hã e eu destruí ela também, pô. Duas, três, quatro vezes… perdi a conta depois da banheira, só botadão bruto. Meu pau ficou dolorido.
Levantei devagar, estiquei o corpo, sentindo