Eu tava de boa com a Japinha. De verdade.
Depois daquele dia pesado do velório, a rotina tava voltando aos eixos. Ela arrumando a mochila pra volta às aulas, eu tentando equilibrar as treta do morro com a vontade de ficar enfiado em casa só vendo ela existir. Tava quase calmo, quase tranquilo, quase um homem normal.
Até o Russo mandar mensagem.
O celular vibra no meu bolso. Tiro, olho a tela. O nome já faz meu estômago gelar.
📲 Russo: E aí, sócio, não vai convidar pro baile?
Fecho os olhos por