O Jogador já estava de pé ao lado da cama, após o café da manhã.
Aquele tipo de homem que não faz barulho pra existir, mas ocupa todo o espaço mesmo assim.
— Vou no QG rapidinho — ele disse, enquanto vestia a cueca como se não tivesse bagunçado meu mundo inteiro na noite anterior. — Vou resolver umas coisas e já volto.
Assenti, ainda meio mole, meio derretida. Antes de sair, ele voltou, pegou algo na cômoda e colocou na minha mão.
Meu celular.
— Ficou aqui no dia que sua mãe te levou — ele