Ele segura minha mão forte, quente, apertando como se tivesse medo de eu escapar. Eu aperto de volta, sentindo o calor subir pelo braço inteiro. A gente entra em casa em silêncio, mas um silêncio que fala tudo.
Que grita tudo.
Meu coração tá disparado, as pernas tremem no salto que eu nem tirei, o biquíni minúsculo tá molhado e não é de água — é de outra coisa que eu nem quero admitir ainda.
Ele me puxa pro escritório, fecha a porta com força, tranca. O clique ecoa alto, como se tivesse se