— Pronto, acha que tô feia?
Ergo a cabeça.
Ela tá na porta da cozinha, vestida com um vestido preto simples, o cabelo preso de qualquer jeito, pouca maquiagem.
Tá linda.
Linda de um jeito... respeitoso.
Não é a Sayuri da piscina, da espreguiçadeira, do sexo selvagem. É a Sayuri que escolheu ir comigo pro enterro do pai que eu odeio.
— Ficou muito bonita, maravilhosa! — digo, sincero.
Ela sorri, meio sem graça.
— Pareço uma viúva?
— Parece minha mulher. Vem aqui comer antes da gente ir.
Ela