"Para onde iremos?", mamãe perguntou. Ela poderá dizer o quanto estou certa.
“Onde mais senão reivindicar o que é meu por direito…”.
“Sebastian?”, atordoada mamãe falou.
Inclinei a cabeça, e enquanto me sentava na cama, balancei a cabeça. “Não, mãe, estamos indo para a matilha do Crystal Shadow”.
Os olhos de minha mãe se arregalaram e ela colocou a mão no peito.
“O que… iremos para o seu pai…?”.
“Sim, mãe! Já é hora de voltarmos... é mais do que hora de reivindicar meus direitos”, disse nu