Nyla
Voltamos para o centro, onde fica a maioria das barracas e casas improvisadas do pântano.
O calor já pesa no ar, mesmo ainda sendo início do dia. É aquele calor úmido que gruda na pele, que se mistura ao cheiro de lama e madeira molhada.
O pântano parece respirar ao nosso redor, lento e abafado, como se até ele estivesse cansado de abrigar tanta gente ferida, assustada e sem destino certo.
Antes mesmo de chegarmos perto, percebo que há algo errado.
Quase todo mundo está reunido no centro.