O tempo parecia ter parado. O pequeno teste descansava sobre a penteadeira, como se pesasse toneladas. As mãos tremiam levemente, e o coração batia num compasso desordenado, misturando ansiedade, medo e algo que não sabia nomear. O silêncio do quarto se tornava ensurdecedor, e cada segundo que passava parecia mais longo do que o anterior.
A vontade era de sair dali, fugir daquilo, fingir que nada estava acontecendo. Mas o olhar sereno e firme de dona Francisca ainda ecoava na memória “tire a dú